
Via AMOCAM e Amorita no instagram.
O sul da Ilha está sendo empurrado para um modelo de crescimento que destrói nosso território, nossas comunidades e nosso futuro. E tudo isso acontece sem saneamento, sem plano de mobilidade, sem garantia de abastecimento de água, sem infraestrutura básica. Isso também reflete em um aumento do custo de vida que expulsa as comunidades tradicionais.
Além das ADIs (Áreas de Desenvolvimento Incentivado), onde a prefeitura incentiva a construção de prédios mais altos em diversas avenidas e mesmo em ruas estreitas, vemos a proposta de projetos nas AUEs (Áreas de Urbanização Especial), zonas onde vale quase tudo, para liberar megaempreendimentos sem que o bairro tenha condições de suportar.
É o caso do recém-apresentado PEU (Projeto de Estruturação Urbana) “Refúgio do Campeche”, no Rio Tavares:
📌 270 mil m² ao lado da Igrejinha de Pedra
📌 Prédios de até 18 andares
📌 978 apartamentos
📌 2.934 novos moradores — quase 50% da população atual do Rio Tavares Central
📌 Hotel, centro empresarial e comercial, que vão trazer ainda mais trânsito, mais carros e mais pressão sobre água, energia, UPA, creches e escolas
Isso não é planejamento urbano.
É entregar nossos bairros somente ao lucro, sem verdadeiro acesso à moradia e sem garantir o básico para quem vive aqui.
🌋 O Sul da Ilha não aguenta mais!
🌱 Precisamos defender nossas comunidades, nossas áreas naturais e nosso direito à cidade.
📣 Ato dia 30/11 — 15h
Av. Pequeno Príncipe, 2939
Em frente à EBM Brigadeiro Eduardo Gomes
Vem com a gente lutar por uma Floripa que respeite seus limites e seu povo.